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Ester Vidal

Brasília, DF.

Olhar e (re)Ver

O homem que tinha
A natureza por refúgio
Sentiu-se mudar quando olhou,
Depois da chuva,
O sublime do sol
O vôo do pássaro
A pujança da vida.

Acostumado a ver espetáculos,
Recordou a descoberta do amor
O desejo saciado
O nascimento dos filhos
A dor, a morte, a saudade.

(Re)viu o cotidiano, como quem plantou
Percebeu-se inquieto, como quem esperou crescer
Olhou analítico sua vida, como quem colheu o que semeou.

Passeou por entre estilhaços e fragmentos
Até sua alma inquieta deduzir
Que ver e olhar se complementam,
Porque ver é o nascimento
E olhar é a ruminação do ver,
Sua experiência alongada e atemporal.

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